O que realmente deu errado, o que mudamos e quanto custou. São registros de decisões tomadas em hardware em produção real, não resumos de notícias de terceiros.
Antes da TV, minha mãe copiava jornais num caderno e meu pai gravava fitas cassete. Ambos usavam tecnologia para educar. O que mudou e o que não.
Tela grande com voz abre mais espaço que o embarcado, itera em dias e os pais aceitam onde resistem ao tablet. E por que cortamos o teste de leitura.
Pets com pelo e motor falham na mão, não na ficha técnica. Três camadas precisam funcionar juntas, e abaixo de certa nota o produto é pior que nada.
Cinquenta dispositivos de IA falando juntos não se inventa numa mesa. O que sem tela significou, por que a base é uma porta e o que o mute-all exigiu.
Duas telinhas não foram estilo: em silêncio, um dispositivo de voz parece qualquer caixa de som. O que os olhos resolvem e por que o offline importa.
Um modelo geral responde o que era mais comum no treinamento, o que é risco em áreas técnicas. O que muda com uma base delimitada e para quem serve.
A primeira carcaça imitava um estojo de AirPods e ao ar livre era preciso encostá-la no ouvido. Por que o amplificador não bastou e o que cedemos.
O chip descartou o Bluetooth, o 2.5mm não tinha estoque e o mono veio de um requisito não escrito. Roteiro para hardware de guia e companhia.
Embutir o SIM parecia responsável. Barrou operadoras, fez do reparo uma desmontagem e elevou o custo nos mercados que buscávamos.
Adicionamos um CI de redução de ruído para interromper um brinquedo que fala. Por que distância, volume, voz e DSP falham, e o que entregamos.
Um projeto fracassou porque o aluno tinha de falar um ID de 8 dígitos. O que quebrou, por que a falta de tela piorou e a pergunta que fazemos hoje.